Arquivo de Outubro, 2007

Algés

Outubro 31, 2007

Não é que de vez em quando tenho umas saudades enormes de Algés????

Low-class journalism

Outubro 30, 2007
Tony Parsons wrote an article on the Mirror insulting the Portuguese Ambassador in London. For all those willing, here is a link to that very low-class piece of journalism…

Mr. Parsons please answer us the following:

  • who left the 3 young children alone, the McCanns or the Portuguese Police?
  • why did the McCanns first call Sky News and they only called the Portuguese Police after many people have entered the room?
  • why did the McCanns destroy possible evidences by letting people enter the room and by turning themselves the room upside down?
  • how did the Liverpool lab find evidences of a dead corpse in the McCanns’ car almost a month after Madeleine’s went missing?
  • how many children go missing each year in the UK and in Portugal? And how many are found?

By the way Mr. Parsons, I find your article pretty insulting not only to the Ambassador himself but also to the Portuguese People worldwide. If Portugal is that bad why are there so many Brittons living in Portugal / going to Portugal on a holiday each year? I can not believe that the reason is only because Portugal is cheaper than Britain… Oh, I almost forgot, did you ever ate Portuguese sardines?

Fernando Couto cospe em adversário

Outubro 29, 2007
O defesa central português Fernando Couto, jogador do Parma, foi apanhado pelas câmaras de televisão a cuspir num adversário, no jogo de ontem frente ao Livorno.

A atitude reprovável do internacional português teve como alvo o jogador albanês Bogdani, a actuar no Livorno, no dia em que Fernando Couto completou 231 jogos na Série A italiana.

O jogador poderá ser castigado com uma suspensão de três jogos, numa partida em que Couto esteve em destaque na vitória do Parma sobre o Livorno por 3 a 2.

Fonte: Sol

Pois é, e depois admiram-se e fazem carinhas de santos quando os árbitros estrangeiros estão sempre de pé atrás com a Selecção

As causas do Desemprego em Portugal

Outubro 29, 2007
O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).

Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapore) e um relógio de bolso (Made in Switzerland).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL…

A epidemia do estupro étnico

Outubro 29, 2007

criancamuculmana.jpegNa Austrália, Noruega e Suécia, há um crime racial específico ocorrendo: homens islâmicos estupram mulheres ocidentais por razões étnicas. Isso é sabido porque os criminosos declaram abertamente suas motivações sectárias.

Adolescentes australianas foram sujeitadas a horas de degradação sexual durante uma série de violações em grupo em Sydney, entre 1998 e 2002. Os criminosos moldaram a razão para suas ações em termos explicitamente étnicos: as vítimas eram chamadas de “sluts” e “porcas australianas” enquanto abusadas. Na corte suprema australiana em dezembro de 2005, um estuprador paquistanês declarou que suas vítimas não tinham direito de dizer “não”, porque não escondiam o rosto sob o véu.

E australianos foram ultrajados quando o sheik libanês Faiz Mohammed deu uma conferência em Sydney na qual informou sua audiência que as vítimas de estupro não tinham ninguém mais a responsabilizar, a não ser elas mesmas. Mulheres vestindo pouca roupa convidam homens a estuprá-las, disse ele.

Alguns meses depois, em Copenhagen, o mufti e estudioso muçulmano Shahid Mehdi criou grande tumulto quando declarou que mulheres que não usavam véu, estavam pedindo para ser estupradas. Com assombroso sincronismo em 2004, o London Telegraph noticiou que o estudioso egípsio Sheik Yusaf al-Qaradawi reivindicou que as vítimas deveriam ser punidas se estivessem vestidas indecentemente no momento do crime. E acrescentou que, para ser absolvida da culpa, a mulher deve ter mostrado boa conduta.

Na Noruega e Suécia, o jornalista Fjordman nos informa de uma epidemia de estupro. O inspetor da polícia Gunnar Larsen declarou que o aumento constante do número de ocorrências desse crime e a ligação com etnia é indiscutível: dois de cada três acusados por estupro em Oslo são imigrantes anti-ocidentais e 80% das vítimas são norueguesas.

Na Suécia, de acordo com a tradutora para a Jihad Watch Ali Dashti, “estupros em grupo, geralmente envolvendo imigrantes muçulmanos e jovens suecas, tornaram-se rotineiros”. Há algumas semanas, ela disse que 5 curdos violentaram brutalmente uma menina sueca de 13 anos.

Infelizmente, mulheres ocidentais não são as únicas vítimas desta epidemia, tanto que, na Indonésia, em 1998, grupos de direitos humanos documentaram o depoimento de mais de 100 mulheres chinesas violentadas durante os levantes que precederam a queda do presidente Suharto. Muitas delas disseram ter ouvido que deviam ser abusadas por serem chinesas e não-muçulmanas.

Christian Solidarity Worldwide relatou que, em abril de 2005, uma menina paquistanesa de 9 anos foi violentada, agredida com um bastão de cricket, pendurada de cabeça para baixo, algemada e surrada repetidamente. Seus vizinhos muçulmanos disseram-lhe que estavam vingando-se do bombardeio americano de crianças iraquianas e informaram-na que assim faziam por ela ser uma “infiel e cristã”.

No Sudão – onde árabes muçulmanos massacraram negros muçulmanos e cristãos sudaneses durante o genocídio -, a ex-escrava e agora ativista de direitos humanos Simon Deng diz ter testemunhado meninas e mulheres sendo violentadas e que o regime árabe de Khartoum envia seus soldados ao campo para estuprar e matar. Em outros relatos, mulheres capturadas por forças do governo são perguntadas “você é cristã ou muçulmana?”. Aquelas que respondem sim à primeira opção são violentadas antes de terem seus seios cortados fora.

Na França, Samira Bellil quebrou seu silêncio – após resistir a anos de violações repetidas em um dos projetos públicos de casas muçulmanas – e escreveu um livro, In the hell of the tournantes, que chocou a França. Ela explicou que, para as gangues, “toda menina da vizinhança que fumar, usar maquiagem ou vestir roupas atraentes é uma prostituta”.

Este fenômeno de violência sexual islâmica contra as mulheres deve ser abordado urgente, mas, em vez disso, encontramos jornalistas, acadêmicos e políticos ignorando-o, ponderando ou banindo aqueles que ousam discutir.

Na Austrália, quando o jornalista Paul Sheehan relatou honestamente as violações de grupo em Sydney, foi chamado de racista e acusado de agitador antimuçulmano. E quando relatou em sua coluna do Sydney Morning Herald haver incidência elevada do crime contra a comunidade libanesa de Sydney, seu colega David Marr lhe enviou um e-mail dizendo “esta é uma coluna vergonhosa que reflete mal em nós todos do Herald”.

Keysar Trad, vice-presidente da associação australiana de libaneses muçulmanos, disse que as violações de grupo eram um crime abominável, mas reclamou do quão injusto foi a etnia dos criminosos ter sido informada.

A jornalista Miranda Devine relatou, durante o julgamento das mesmas violações, que toda a referência à etnia havia sido suprimida das acusações das vítimas. Assim, quando a juíza Megan Latham declarou que “não há evidência alguma ante mim de qualquer elemento racial no ato destas ofensas”, todos acreditaram. Assim, a corte, os políticos e a maioria da imprensa podem ter violado as meninas outra vez.

O detetive australiano aposentado Tim Priest foi advertido em 2004 que gangues libanesas surgidas em Sydney nos anos 90 haviam ficado fora de controle. “Os grupos libaneses eram implacáveis, extremamente violentos e intimidam não somente testemunhas inocentes, mas mesmo policiais que os tentam prender”. O detetive descreve como em 2001, em área dominada por muçulmanos de Sydney, dois polícias pararam um carro com três árabes suspeitos de roubo. Enquanto a polícia realizava sua busca, era ameaçada fisicamente, e os três homens planejavam segui-los, matá-los e violentar suas namoradas. De acordo com Priest, enquanto os policiais chamavam reforços, os três suspeitos usaram seus celulares para chamar seus comparsas e, dentro de alguns minutos, 20 homens chegaram, empurrando e ferindo os policiais, além de danificarem seus veículos. Os policiais recuaram, e o grupo seguiu à delegacia, onde intimidou a equipe de funcionários, danificou a propriedade e seqüestrou o local. No fim, a polícia lambeu suas feridas, e ninguém moveu ação contra os agressores. Priest alega que, nas mentes da população local, a polícia é covarde, e a mensagem era que libaneses comandam as ruas.

Na França, onde as agressões tornaram-se nada além de corriqueiras, as vítimas sabem que a polícia não as protegerá. Caso se queixem, Samir Bellil diz saberem que, junto com suas famílias, estarão ameaçados. Mesmo assim, muçulmanas nos guetos franceses estão lutando contra os crimes e a negligência policial. Em um movimento chamado Não somos nem prostitutas, nem capachos, estão esforçando-se para enfrentar a violência intrínseca que flagela sua vizinhança e a cultura que a desculpa. Na maioria dos processos franceses, os estupradores muçulmanos demonstram não acreditar que cometeram um crime. Em um paralelo assustador com a Austrália, reivindicam à vítima que ela mesma deve responsabilizar-se e acusam-nas de ser “cadelas” ou “prostitutas”. De acordo com The Guardian, durante os motins franceses recentes, um príncipe saudita com ações da News Corporation orgulhou-se em uma conferência em Dubai de ter telefonado para Rupert Murdoch, para queixar-se sobre notícia da Fox descrevendo os distúrbios como “motins muçulmanos”. Dentro de meia hora, a referência foi mudada para “motins civis”.

O tradutor sueco Ali Dashti indicou que, na Suécia, tais histórias estão nos jornais toda semana, mas o politicamente correto “toma grande cuidado para não mencionar o fundo étnico dos criminosos”. Já o jornal inglês de circulação sueca The Local relatou em julho que o comandante das polícias de Malmo, Bengt Lindström, havia sido acusado de incitar o ódio racial quando emitiu e-mais de seu computador pessoal a dois oficiais da cidade dizendo: “vocês tratam velhos trabalhadores árduos como parasitas e prefeririam dar meus impostos a criminosos chamados Mohammed de Rosengärd”. Em Malmo, a terceira maior cidade sueca, a polícia admitiu não ter mais controle da cidade “governada eficazmente por grupos violentos de imigrantes muçulmanos”: ambulâncias são atacadas regularmente e estão recusando-se a ajudar até que uma escolta chegue, e policiais estão demasiado receosos em chegar a certas partes da cidade sem apoio.

No início de 2005, os jornais noruegueses noticiaram que Oslo já havia registrado número maior de casos de estupro em comparação aos doze meses precedentes. Entretanto, Fjordman explica que as estatísticas oficiais não contém nenhum dado a respeito de como os imigrantes são brutalmente excessivos, e a mídia permanece estranhamente silenciosa. O professor de Oslo de antropologia Unni Wikan disse que as mulheres norueguesas devem assumir responsabilidade para o fato dos homens muçulmanos considerarem sua maneira de vestir provocativa e por eles acreditarem que as mulheres sejam culpadas pela violação, ou seja, as mulheres devem adaptar-se à sociedade multicultural ao redor.

A BBC cancelou um documentário programado para 2004 depois que a polícia na Grã Bretanha advertiu que tal exibição poderia aumentar a tensão racial. O documentário mostraria como paquistaneses e outros muçulmanos abusam sexualmente de jovens e meninas brancas inglesas, muitas com cerca de 11 anos de idade.

O número de violações cometidas por muçulmanos na última década é tão incrivelmente elevado que não pode ser visto como desconexo ao comportamento cultural implícito, uma vez que publicamente é reforçado e sancionado pelos líderes religiosos islâmicos, ao responsabilizarem as vítimas e desculparem os criminosos. Em três décadas de imigração em países ocidentais, o islã causou levantes e destruição em cada país, nenhum outro programa de imigração encontrou problemas de não-assimilação e ambigüidade religiosa. Em toda parte no mundo, os muçulmanos estão no conflito com seus vizinhos. E como Mark Steyn disse, cada conflito parece ser originado por alguém com o nome de Mohammed.

Em julho de 2005, o sheik Mohammad Omran, de Melbourne, disse ao programa Sessenta Minutos que “acreditamos ter mais direitos do que vocês, visto que nós escolhemos a Austrália para ser nossa casa, e vocês não”. Na mesma entrevista, o sheik Khalid Yasin advertiu não haver como um muçulmano ter um amigo que não seja muçulmano: “um não-muçulmano poderia ser sócio, mas não um amigo. Não é amigo por não compreender nossos princípios religiosos e não pode, pois não compreende nossa fé”.

Apesar da mensagem ser dita repetidas vezes por estudiosos islâmicos, os países ocidentais continuam a acreditar na realidade da assimilação e do relativismo moral. Na Austrália, os cristãos libaneses assimilaram e transformam-se em uma parte respeitada da comunidade. O premier de Victoria é um cristão libanês, também o é o governador de New South Wales. Contudo, muçulmanos libaneses encontram sérios problemas, por causa de sua recusa em aceitar nosso direito de viver nosso modo de vida. Nada demonstra tão claramente que não é uma questão de raça, mas de cultura.


Fonte: Mídia Sem Máscara

Artigo Publicado pelo FrontPageMagazine

Tradução: Bianca Bermúdez

O meu amigo Tony

Outubro 26, 2007
Hoje gostava de vos falar do meu amigo Tony. Trabalhámos juntos no Eurocontrol entre 1993 e 1996 e actualmente moramos a poucos minutos de distância, e por isso vemo-nos muitas vezes quando vamos ao supermercado ou ao restaurante. Ele nasceu na Inglaterra mas tem família Belga e está casado com uma Chilena muito bonita. Reformou-se em 2007.

O Tony é um repositório de piadas, a cada dia que passa enche-me o e-mail com coisas que de uma maneira ou de outra me vêm alegrar o dia, mas na 4a feira ele disse-me uma coisa que me encheu de tristeza. Disse que tinha lido que em 21 anos de integração europeia não cria acreditar que Portugal continuasse a ser um dos países mais pobres da Europa. Tentei explicar que muitos políticos e empresários em Portugal fizeram muito bom uso das ajudas comunitárias… em proveito próprio. Não vale a pena dizer nomes pois não? É um dos segredos mais sabidos de Portugal!

Mais de 300 alentejanas deram à Luz em Badajoz

Outubro 26, 2007

«São 362 partos no espaço de cerca de um ano e quatro meses, o que está dentro do que eram as expectativas. Até está um pouco abaixo das previsões, que eram mais um parto por dia no hospital», disse Marcelino Borrallo Moreno.

O director médico do Hospital Materno Infantil de Badajoz falava à Lusa na cidade espanhola de Badajoz, à margem do curso Saúde sem Fronteiras, que termina hoje.

O curso, que começou quinta-feira, esteve integrado no encontro Ágora – O Debate Peninsular e abordou vários temas relacionados com a cooperação transfronteiriça na área sanitária entre Espanha e Portugal.

A região portuguesa do Alentejo e a Extremadura espanhola são duas das regiões dos dois países que têm desenvolvido, desde 2002, um conjunto de projectos comuns em termos de saúde.

A assistência às grávidas de Elvas e Campo Maior no Materno Infantil de Badajoz, depois da sala de partos do Hospital de Elvas ter encerrado, em Junho do ano passado, é uma dessas parcerias.

De acordo com Marcelino Borrallo Moreno, dos 362 partos, 198 aconteceram já este ano e os restantes 164 verificaram-se em 2006.

«Tivemos 279 partos vaginais e 73 cesarianas», acrescentou, revelando ainda que, até 22 de Outubro deste ano, tinham sido atendidas 1099 mulheres alentejanas nas urgências hospitalares, entre grávidas e mulheres que já tinham dado à luz.

«O programa tem corrido muito bem e, relativamente ao temor que existia no começo de que as mulheres espanholas poderiam ter menos atenção, nada disso aconteceu, não houve qualquer distorção do habitual funcionamento do hospital», acentuou.

Em declarações à Lusa, também a presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, Rosa Matos, assegurou que a inclusão do hospital de Badajoz na lista de três hipóteses (com Évora e Portalegre) para os partos das mulheres de Elvas e Campo Maior foi uma «boa decisão», cujos encargos financeiros são suportados pelo Ministério da Saúde.

«A maior parte das mulheres, na sua tomada de decisão, querem ir para Badajoz. Só um número reduzido é que vão a Portalegre e a Évora», disse Rosa Matos, que também foi uma das oradoras do curso do Ágora.

No que respeita à cooperação transfronteiriça, financiada pelo programa comunitário INTERREG, o Alentejo e a Extremadura estão unidos em cerca de uma dezena de parcerias.

Esses projectos envolvem a prestação de cuidados de um lado e de outro da fronteira para suplantar carências, aquisição de equipamentos que ficam disponíveis para ambas as regiões, investigação médica e formação.

«Esta cooperação tem tido um impacto muito positivo junto dos profissionais das duas regiões, permite a troca de experiências e possibilita melhorias na prestação de cuidados de saúde às populações», frisou Rosa Matos.

De entre os vários exemplos destaca-se a aquisição do PET, um equipamento de tomografia, instalado no Hospital Infanta Cristina, de Badajoz, que pertence às duas regiões.

«O objectivo é favorecer o acesso da população do Alentejo e da Extremadura às tecnologias de diagnóstico com radionúclidos, ou seja, permitindo exames, num equipamento de alta definição, a doentes muito específicos na área da oncologia», realçou Rosa de Matos.

Desde o segundo semestre do ano passado, já foram efectuados «cerca de 40 exames a pacientes alentejanos», disse, enumerando outras parcerias, como a formação em oncologia médica e em cuidados paliativos, entre outros.

Para este novo período de fundos comunitários, até 2013, o objectivo das duas regiões é estender a cooperação, não só às zonas fronteiriças, mas à totalidade do território que compreendem e fazer com que os investimentos sejam «cada vez mais partilhados», centrando-os também nos hospitais alentejanos.

Lusa/SOL

Kevin Rudd eating ear wax during Question Time

Outubro 26, 2007

DISGUSTING !!!

My first flight on board of a Cessna

Outubro 26, 2007

Há dias de …….. não há?

Outubro 25, 2007

Tem daqueles dias em que nos apetece ficar na cama e não sair…