Decididamente o PS não passa de uma enorme desilusão para quem nele votou. Desde que o conhecido arrogante José Sócrates assumiu as rédeas do Governo temos vindo a assistir a um festival de prepotência contra os mais fracos do nosso País e contra quem por vocação e dever a defesa da nossa Pátria. O País assistiu imóvel ao que sucedeu aos militares e às suas famílias, ao ensino e à saúde e só pode concluir que o Governo apenas se respeita a si mesmo e à sua cor política. Este é um apanágio de todos os Governos que Portugal teve desde a República, mas este Governo tem sido de extremos.

Uma sociedade que se preza é aquela que protege os seus cidadãos naquilo que é mais elementar para a vida diária, a saber a educação, a saúde e o emprego. Agora digam-me o que é que o Governo tem feito nestes domínios? Absolutamente nada! Vemos os cuidados de saúde a deteriorarem-se a cada dia que passa, vemos empresas a fechar fraudulosamente, vemos as urgências a fechar e a população a ter de viajar dezenas de quilómetros para receber cuidados de saúde. Vemos igualmente o Governo a insultar os alunos, professores e as famílias e talvez sem dar por isso, a mostrar o seu desrespeito para com os Portugueses.

É urgente um novo 25 de Abril para correr com os políticos corruptos, para dar uma nova esperança aos Portugueses e lhes restituir o ânimo há muito perdido. Em 1974 eu tinha apenas 7 anos mas lembro-me de ver como as pessoas viviam esperançadas numa sociedade melhor, assisti a professores abdicarem das suas férias para irem integrarem as brigadas de alfabetização. Foi uma altura em que o País de repente acordou de uma noite que parecia sem fim. Hoje o País encontra-se de novo adormecido, ou acordado de forma passiva, resignado à vida de trabalho-televisão-centro comercial e gadgets para mostrar um status que se pensa merecer devido ao telemóvel que se tem ou à roupa que se usa. As “tias” são mais que muitas e é vê-las a passear no Algarve no verão ou nos shoppings à noite! No tempo de Salazar inventou-se as Noivas de Santo António e o concurso da Aldeia mais Portuguesa de Portugal, hoje há outras coisas…

O que se assiste em Portugal é o que eu chamo de crime institucionalizado.